O esforço diário invisível: quando a saúde mental torna o básico mais difícil

Nem todo esforço é visível.
Nem toda luta aparece para quem olha de fora.

Algumas pessoas acordam e, antes mesmo de sair da cama, já estão exaustas. Não porque dormiram mal apenas, mas porque sabem que o dia exigirá delas muito mais energia do que parece razoável para tarefas consideradas simples.

Levantar, responder mensagens, trabalhar, organizar a rotina, manter relações. Para muitos, isso flui. Para outros, cada uma dessas ações exige um gasto emocional e mental intenso.

Quando o básico pesa mais

Pessoas que convivem com transtornos emocionais, como ansiedade, depressão, TDAH, transtornos do humor ou dificuldades de regulação emocional, costumam enfrentar um desafio silencioso.

O corpo e a mente funcionam em um ritmo diferente.
O nível de alerta é mais alto.
O cansaço chega mais cedo.
A sobrecarga se acumula com rapidez.

Por fora, pode parecer que está tudo bem. Por dentro, existe um esforço constante para dar conta do que deveria ser simples.

Esse esforço invisível raramente é reconhecido. E quando não é reconhecido, ele pesa ainda mais.

Não é falta de vontade, é gasto de energia

Um dos maiores equívocos é interpretar a dificuldade como preguiça, desinteresse ou falta de comprometimento.

Na realidade, o que acontece é um desgaste maior do sistema emocional e cognitivo. O organismo está tentando funcionar, mesmo quando está sobrecarregado.

A dificuldade não significa que a pessoa não quer.
Significa que ela está lidando com algo que consome mais energia do que o esperado.

Quando o ambiente não compreende isso, a autocrítica cresce. A pessoa começa a se cobrar excessivamente, a se comparar e a sentir culpa por não conseguir acompanhar o ritmo dos outros.

O impacto de não ser validado

Quando ninguém reconhece esse esforço diário, a sensação de inadequação aumenta. A pessoa começa a se perguntar por que tudo parece tão difícil apenas para ela.

Esse questionamento constante gera mais sofrimento, mais exaustão e, muitas vezes, isolamento emocional.

Validar esse esforço não é vitimizar. É reconhecer uma realidade interna que precisa ser compreendida para que mudanças reais aconteçam.

Existe caminho para tornar a vida menos pesada

Entender o que está por trás desse cansaço é o primeiro passo. A psicoterapia oferece um espaço seguro para identificar padrões, compreender como pensamentos, emoções e comportamentos se conectam e desenvolver habilidades que tornam o dia a dia mais sustentável.

Com acompanhamento adequado, é possível:

Identificar gatilhos de sobrecarga
Reduzir a autocrítica excessiva
Desenvolver estratégias mais eficazes para a rotina
Fortalecer a regulação emocional
Diminuir o desgaste mental constante

O objetivo não é fazer você funcionar como todo mundo, mas ajudá-la a funcionar melhor dentro da sua realidade.

Você não precisa enfrentar isso sozinha

Se você sente que está sempre lutando para dar conta do básico, saiba que existe motivo para isso. E existe ajuda.

Buscar apoio não é sinal de fraqueza. É um passo de cuidado e responsabilidade com a própria saúde emocional.

Se quiser conversar sobre o seu caso e entender melhor o que está acontecendo com você, a psicoterapia pode ser um caminho importante.

Você merece viver com menos peso e mais clareza sobre si mesma.

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Valéria Noronha
Psicóloga | CRP
Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Formação em Terapia Comportamental Dialética (DBT) e Perdas e Luto
📍Atendimentos online
@psivalerianoronha


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Psicóloga em Especialista Psicoterapia e Terapia Cognitivo Comportamental.

Você não está atrasada. Está vivendo no seu próprio ritmo.

O peso invisível da comparação

Vivemos em uma era em que tudo parece ter um cronômetro: carreira, relacionamentos, conquistas, estabilidade.
As redes sociais reforçam essa sensação de corrida constante, onde cada conquista alheia parece um lembrete do que ainda não aconteceu na sua vida.

Mas o tempo emocional não segue o mesmo compasso dos relógios.
Há processos que pedem pausa, cura e amadurecimento.
E, enquanto você se compara, esquece que está trilhando um caminho único — o seu.

Comparar-se é uma das principais causas de sofrimento emocional e insegurança.
Na prática clínica, é comum perceber que muitos sentimentos de inadequação e ansiedade surgem não porque a pessoa “está atrasada”, mas porque está se medindo pela régua de outra história.


O mito do tempo certo

Existe uma pressão silenciosa para “ter tudo resolvido” até determinada idade.
Formar-se, casar, ter filhos, alcançar estabilidade profissional — como se a vida seguisse uma linha reta com marcos obrigatórios.

No entanto, a vida é feita de ciclos, não de prazos.
Cada pessoa tem uma trajetória emocional, social e biológica diferente.
Por isso, comparar-se é injusto com quem você realmente é.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) mostra que pensamentos automáticos de comparação — como “estou atrasada” ou “os outros estão mais adiantados” — tendem a gerar emoções como frustração, culpa e desânimo.
Identificar e reestruturar esses pensamentos é essencial para recuperar a perspectiva e o equilíbrio.


O seu ritmo é o seu processo

Viver no seu próprio ritmo não é desistir de evoluir, mas respeitar o tempo natural das transformações.
Há momentos de expansão e momentos de pausa. Ambos são necessários.

Terapia Comportamental Dialética (DBT) ensina que o equilíbrio emocional nasce da aceitação e da ação.
Aceitar o momento presente não significa se acomodar; significa reconhecer onde você está e agir a partir daí, com consciência e compaixão.

Quando você se permite viver o próprio ritmo, começa a enxergar progresso onde antes só via atraso.
Apressar o processo pode gerar desgaste, mas respeitá-lo gera crescimento genuíno.


A armadilha da pressa emocional

A pressa é um reflexo do medo: medo de ficar para trás, de decepcionar, de não ser suficiente.
Mas a verdade é que as conquistas significativas — as que realmente transformam — precisam de tempo, constância e cuidado.

A vida não é uma linha de chegada.
É um processo contínuo de desenvolvimento, aprendizado e reconexão consigo mesma.
E quando você entende isso, o peso da comparação começa a diminuir.


Como respeitar o seu tempo

Algumas práticas podem ajudar você a se reconectar com o seu próprio ritmo:

  • Faça pausas diárias para perceber como se sente.
  • Reduza o consumo de conteúdos que disparam comparações.
  • Valorize suas pequenas conquistas.
  • Reflita sobre o que realmente faz sentido para você, não para os outros.
  • E, se necessário, busque apoio terapêutico para lidar com a autocrítica e o perfeccionismo.

Com o tempo, você perceberá que não é o atraso que causa sofrimento, mas a tentativa de se ajustar a um ritmo que não é o seu.


Um lembrete gentil

Você não está atrasada.
Está exatamente onde precisa estar para aprender o que esse momento tem a te ensinar.
Respeitar o seu tempo é um ato de coragem — e de maturidade emocional.

A comparação enfraquece, mas a autocompaixão fortalece.
E o verdadeiro avanço acontece quando você entende que a vida não é uma corrida, mas uma caminhada — e cada passo no seu ritmo tem valor.


Quando o ritmo interno precisa de apoio

A psicoterapia pode ser um espaço de reconexão com o seu tempo e suas necessidades.
Com base em abordagens como a TCC e a DBT, é possível desenvolver uma relação mais leve com o seu processo, sem culpa e sem pressa.

Cuidar de si é o passo mais importante.
E, às vezes, desacelerar é justamente o que te faz avançar.

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Sua autoestima não é negociável

O que é autoestima e por que ela é inegociável

Autoestima é a forma como você se percebe, se respeita e se valoriza.
Ela não depende apenas de elogios, aparência ou reconhecimento externo.
Pelo contrário, está relacionada ao quanto você consegue se escutar, se proteger e se manter fiel aos seus próprios valores.

Muitas pessoas acreditam que ter autoestima é se sentir bem o tempo todo. No entanto, ela se revela nas pequenas escolhas diárias.
Está em saber dizer não quando algo te machuca, em reconhecer o seu limite e em sustentar suas decisões com respeito a si mesmo.

Sua autoestima é o alicerce da sua saúde emocional.
Quando você a coloca em segundo plano para agradar, se calar ou se adaptar a situações que te ferem, o preço é sempre alto: exaustão, culpa e desconexão interna.
Por isso, cuidar da autoestima é uma necessidade, não um luxo.

Dizer não é um ato de amor próprio

Aprender a dizer não é um exercício de autenticidade.
É reconhecer que nem tudo o que pedem de você é possível, saudável ou justo.
Além disso, é compreender que o seu tempo, sua energia e sua tranquilidade são recursos limitados e preciosos.

Ao negar o que te sobrecarrega, você está dizendo sim para algo maior: o seu equilíbrio.
Dessa forma, dizer não não é rejeitar o outro, é afirmar o próprio valor.

Na terapia, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), esse processo é trabalhado de forma consciente.
Durante o acompanhamento, o paciente aprende a identificar pensamentos automáticos que geram culpa ao se posicionar e, consequentemente, desenvolve estratégias para praticar a assertividade com empatia.

A relação entre limites e autoestima

Os limites emocionais são a forma mais prática de preservar a autoestima.
Quando você não sabe onde termina o seu espaço e começa o do outro, acaba se perdendo em relações desequilibradas, nas quais a entrega é constante, mas o retorno é escasso.

Estabelecer limites não é ser frio, egoísta ou distante.
Pelo contrário, é reconhecer o próprio valor e comunicar de forma clara o que é saudável para você.
Além disso, quanto mais consistentes são seus limites, mais sólida se torna sua autoestima.

A importância de se escolher

Muitas pessoas crescem acreditando que amar é se doar completamente, mesmo que isso custe o próprio bem-estar.
No entanto, amor sem respeito é desequilíbrio.
E respeito começa quando você se escolhe, mesmo que isso desagrade os outros.

Escolher a si mesmo é o início de toda mudança real.
Afinal, é o momento em que você entende que sua paz não é negociável, e que nenhum relacionamento, amizade ou trabalho deve custar a sua dignidade emocional.

Como a terapia pode ajudar

A psicoterapia é um espaço seguro para reconhecer os padrões que fragilizam sua autoestima.
Com base na TCC e na Terapia Comportamental Dialética (DBT), é possível aprender a:

  • Identificar pensamentos que geram autocrítica ou dependência emocional.
  • Reestruturar crenças sobre rejeição e merecimento.
  • Desenvolver habilidades de comunicação assertiva.
  • Construir relacionamentos baseados em respeito e reciprocidade.

Assim, a terapia não ensina a ser alguém diferente.
Ela ajuda você a voltar para si, a se reconhecer e a sustentar o seu próprio valor.

Um convite à reflexão

Onde você tem dito sim querendo dizer não?
Quantas vezes tem colocado as necessidades dos outros acima das suas?

Sua autoestima não é negociável.
E toda vez que você se escolhe, ela se fortalece um pouco mais.

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Como o check-in emocional pode transformar o seu dia

Antes de escutar o mundo, escute você

Você acorda, pega o celular e, em segundos, já está mergulhado no mundo dos outros: mensagens, notificações, cobranças, comparações.
E quase sem perceber, o seu dia começa em um ritmo que não é o seu.

Mas… e você?
Como está hoje?
O que sente?
O que precisa?

Fazer essa pausa — mesmo que por alguns minutos — é o que chamamos de check-in emocional: um momento de reconexão interna antes de se entregar às demandas externas.


O que é um check-in emocional?

O check-in emocional é uma prática simples e consciente de observar o que você está sentindo antes de reagir automaticamente à rotina.
É um convite para se escutar com gentileza, sem tentar corrigir, negar ou justificar as próprias emoções.

Pode ser feito de várias formas:
Respirar fundo por alguns minutos.
Escrever como você está se sentindo.
Fazer uma pausa para perceber o corpo: há tensão? agitação? cansaço?
Perguntar a si mesmo: “O que eu preciso hoje?”

Esses pequenos gestos são poderosos porque organizam internamente o que está confuso e ajudam a iniciar o dia com mais consciência emocional.


Por que é tão difícil se escutar?

Vivemos em uma cultura da pressa e da produtividade, onde parar é quase sinônimo de “perder tempo”.
Mas quando o dia começa sem escuta interna, a tendência é funcionar no modo automático — e o corpo e a mente entram em sobrecarga.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) explica que emoções não reconhecidas acabam influenciando nossos pensamentos e comportamentos de forma inconsciente.
Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) ensina a importância da regulação emocional — e o primeiro passo para isso é justamente perceber o que estamos sentindo.

Se você não se escuta, vive reagindo.
Mas quando aprende a se ouvir, passa a agir com clareza.


Pequenos hábitos, grandes mudanças

Não é preciso uma grande revolução para cuidar da saúde emocional.
Mudanças sustentáveis nascem de pequenos hábitos praticados com intenção:

✨ Acordar e respirar antes de pegar o celular.
✨ Fazer uma pausa consciente durante o dia.
✨ Registrar pensamentos e emoções em um diário.
✨ Silenciar notificações que geram ansiedade.

Com o tempo, esses microgestos criam uma base sólida de autoconhecimento e leveza.


Escutar-se é um ato de autocuidado

Seu dia muda quando você se escuta antes de escutar o mundo.
Parece simples, mas é uma prática profunda: é colocar-se no centro da própria vida.

Comece com cinco minutos.
Feche os olhos. Respire.
Pergunte a si mesmo: “O que eu sinto agora?”

A resposta talvez venha em silêncio — e tudo bem.
Porque é nesse espaço silencioso que a paz começa a nascer.


Dê o primeiro passo para se reconectar

A psicoterapia é um espaço seguro para aprender a se escutar com mais clareza, compreender suas emoções e desenvolver hábitos emocionais saudáveis.

Comece por você.
A mudança acontece um check-in de cada vez.aprende a reconhecer seus padrões, se posicionar com equilíbrio e construir relações mais saudáveis.

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Por que você se sente mal só de imaginar dizer “não”?

Dizer “não” não é egoísmo, é autoconhecimento

Quantas vezes você já disse “sim” querendo dizer “não”?
Quantas vezes se sentiu exausto(a), irritado(a) ou culpado(a) por tentar agradar os outros e se colocar sempre em segundo plano?

Esse comportamento é mais comum do que parece.
E não, ele não vem de falta de força ou fraqueza, ele nasce da forma como aprendemos, desde cedo, a nos relacionar com o mundo.


Por que é tão difícil dizer “não”?

Aprender a agradar foi, em muitos contextos, uma forma de se proteger.
Mas quando essa necessidade de aceitação se torna constante, começamos a perder o contato com nossos próprios limites.

Entre os principais motivos psicológicos que dificultam o “não” estão:

1️⃣ Medo de rejeição: o receio de desapontar e ser abandonado.
2️⃣ Culpa: a crença de que dizer “não” é falta de empatia ou egoísmo.
3️⃣ Fuga do conflito: a ideia de que a harmonia só é possível quando não há discordância.

Esses padrões podem estar ligados a experiências familiares, educação rígida, baixa autoestima ou até a contextos de relacionamentos abusivos, nos quais o “sim” era a única forma segura de ser aceito.


Limites não são muros. São pontes.

Muitas pessoas associam o limite à distância, ao fechamento, à rejeição.
Mas o limite saudável é exatamente o oposto: ele aproxima, porque nasce do respeito e da clareza.

Colocar limites é uma forma de comunicar o que é importante pra você.
É uma maneira de cuidar da relação com o outro sem se anular no processo.

➡️ Limites não afastam. Organizam.
Eles preservam sua energia, seu tempo e a sua saúde emocional — e permitem que o outro saiba até onde pode ir sem invadir o seu espaço.


A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e o desenvolvimento de limites

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), aprendemos que comportamentos de agradar excessivamente são sustentados por crenças disfuncionais, como:

  • “Eu preciso ser aceito por todos.”
  • “Dizer não machuca o outro.”
  • “Ser gentil é sempre concordar.”

Durante o processo terapêutico, o paciente aprende a:
✔️ Identificar esses pensamentos automáticos,
✔️ Reestruturá-los de forma mais realista,
✔️ Desenvolver habilidades de assertividade e comunicação empática.

O objetivo não é se tornar uma pessoa fria ou distante,
mas alguém capaz de se posicionar com empatia, clareza e respeito.


Dizer “não” é um ato de cuidado

Ao contrário do que aprendemos, o “não” é uma das expressões mais maduras do afeto.
Ele diz: “Eu respeito você, mas também respeito a mim.”

Cuidar da sua saúde emocional inclui reconhecer seus limites e ter coragem de sustentá-los, mesmo que, no início, isso traga desconforto.

Dizer “não” é abrir espaço para o que realmente importa.


Reflita

👉 Quantas vezes o seu “sim” tem custado caro pra você?
👉 O quanto você tem se afastado de si mesmo tentando ser aceito pelos outros?

Essas perguntas são o começo de um processo profundo de reconexão.


Quer aprender a colocar limites com segurança e empatia?

Na psicoterapia, especialmente na TCC e na Terapia Comportamental Dialética (DBT), você aprende a reconhecer seus padrões, se posicionar com equilíbrio e construir relações mais saudáveis.

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Felicidade no trabalho: por que o bem-estar emocional precisa ser prioridade nas empresas

O cenário atual da felicidade no trabalho

Nos últimos anos, pesquisas apontam que os índices de felicidade e bem-estar emocional no Sul do Brasil estão entre os mais baixos do país.
Embora os motivos sejam multifatoriais, um ponto se destaca: a relação entre o trabalho e a saúde mental.

O ambiente profissional é onde passamos grande parte da vida. É nele que construímos vínculos, lidamos com desafios, exercemos propósito — e, muitas vezes, enfrentamos sobrecarga, pressões e desequilíbrios emocionais.

O impacto do ambiente de trabalho na saúde mental

Um ambiente de trabalho saudável vai muito além de benefícios financeiros ou reconhecimento público.
Ele envolve aspectos emocionais profundos, como:

  • Segurança psicológica: poder se expressar sem medo de julgamento.
  • Conexão: sentir-se parte de algo significativo.
  • Propósito: enxergar sentido nas tarefas diárias.
  • Equilíbrio: ter tempo e energia para a vida pessoal.

Quando esses fatores não são priorizados, o resultado aparece em forma de ansiedade, desmotivação e esgotamento emocional — condições cada vez mais comuns nos consultórios psicológicos.

Felicidade e propósito: o elo invisível

A felicidade no trabalho não é constante nem linear, mas está intimamente ligada à sensação de propósito.
Quando uma pessoa entende o porquê do que faz, o trabalho deixa de ser apenas uma obrigação e passa a ser uma forma de expressão.

psicologia positiva e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) mostram que o bem-estar está diretamente relacionado à percepção de autonomia, competência e conexão social.
Ambientes que cultivam esses pilares tendem a ter profissionais mais engajados e emocionalmente estáveis.

O papel das empresas na promoção do bem-estar emocional

Empresas que priorizam o acolhimento emocional, a escuta ativa e o incentivo ao equilíbrio entre produtividade e autocuidado colhem resultados significativos — tanto em clima organizacional quanto em performance.

Implementar ações simples, como rodas de conversa, supervisão emocional e pausas programadas, pode reduzir o estresse e aumentar o senso de pertencimento.

Falar sobre saúde mental no trabalho não é fraqueza — é maturidade emocional e uma questão de sustentabilidade humana e profissional.


Um convite à reflexão

Talvez a pergunta não seja apenas “o quanto você é feliz no seu trabalho?”,
mas sim: “o quanto o seu trabalho contribui para a sua felicidade?” 🌿

A felicidade é construída nas pequenas conexões, na sensação de ser visto, ouvido e valorizado — e cada empresa pode (e deve) ser um espaço onde isso é possível.

Assista à entrevista completa

Na minha conversa para o programa Guaíba no Ar, falamos sobre felicidade, propósito e os desafios emocionais do ambiente de trabalho no Sul do Brasil.

👉 Assista à entrevista completa no meu Instagram: [Clique aqui para assistir]


Valéria Noronha
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Sono de qualidade: o que ele tem a ver com sua energia, foco e bem-estar emocional?

Dormir mal afeta mais do que você imagina

Você já acordou com a sensação de que não descansou nada, mesmo tendo dormido a noite inteira?
Ou já passou o dia exausta(o), irritada(o) e sem foco, mesmo achando que dormiu “bem”?

A verdade é que a qualidade do sono impacta diretamente sua energia, sua produtividade e sua saúde emocional.
E muitas vezes, os hábitos que mantemos antes de dormir contribuem para noites mal dormidas, e dias mais difíceis.

O que é sono de qualidade?

Dormir bem não é apenas dormir “quantas horas puder”.
Sono de qualidade envolve:

  • Regularidade nos horários de dormir e acordar
  • Diminuição da exposição à luz artificial antes de dormir
  • Redução de estímulos mentais no fim do dia
  • Processos emocionais mais equilibrados (menos ansiedade ou ruminação)

Sem isso, o corpo até dorme, mas a mente continua ativa.
E o descanso real não acontece.

Como a má qualidade do sono afeta sua produtividade?

Cansaço constante

Mesmo tarefas simples se tornam difíceis quando seu corpo e sua mente estão em modo de alerta ou exaustão.

Baixo rendimento mental

A privação de sono afeta diretamente funções como atenção, memória, tomada de decisões e criatividade.

Irritabilidade e reatividade

Dormir mal aumenta a sensibilidade emocional e a impulsividade. Pequenas frustrações viram gatilhos.

Desorganização da rotina

A falta de energia compromete a consistência de hábitos saudáveis, criando um ciclo de autoexigência e frustração.

Como a psicoterapia pode ajudar a melhorar sua qualidade de sono?

A terapia não é só um lugar para “falar dos problemas”, ela é uma ferramenta ativa para reorganizar seu cotidiano emocional e comportamental.

Com a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental):

  • Identificação de pensamentos disfuncionais na hora de dormir
  • Redução de ansiedade noturna e ruminação mental
  • Reestruturação da rotina para favorecer o sono restaurador

Com a DBT (Terapia Comportamental Dialética):

  • Treino de regulação emocional antes do sono
  • Técnicas de mindfulness para desacelerar
  • Estratégias para criar um ambiente interno mais calmo e presente

Quer dormir melhor e viver com mais energia?

A qualidade do seu dia começa na noite anterior.
E o seu descanso depende também da forma como você se escuta, se organiza e se cuida.

Se o seu sono tem sido um desafio,
agende uma sessão de psicoterapia.
Vamos construir juntos um caminho para noites mais leves e dias com mais clareza.formar seus padrões de adiamento com acolhimento, estratégia e técnica.


Valéria Noronha
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Procrastinação: entenda por que você adia tarefas

A procrastinação é o ato de adiar tarefas importantes, mesmo sabendo das consequências negativas.
Ela está diretamente ligada à regulação emocional e padrões de pensamento disfuncionais.

Ao contrário do que muitos pensam, procrastinar não é sinal de preguiça, mas sim de um conflito interno entre o que sabemos que devemos fazer e o que conseguimos fazer emocionalmente.

Por que procrastinamos mesmo quando sabemos o que fazer?

1. Evitação do desconforto emocional

Adiar evita temporariamente emoções como ansiedade, medo ou insegurança. Mas o alívio é momentâneo e costuma vir seguido de culpa.

2. Pensamentos sabotadores

Crenças como “eu não vou conseguir”, “tem que ser perfeito” ou “depois eu faço melhor” criam um ciclo mental de autoengano.

3. Falta de estratégias de regulação emocional

Sem aprender a lidar com o desconforto que vem antes da ação, o padrão de procrastinar se repete — mesmo quando a vontade de mudar existe.

Como a terapia ajuda a parar de procrastinar?

A psicoterapia oferece recursos concretos para lidar com a procrastinação de forma prática e sustentável:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

  • Identificação e reestruturação de pensamentos automáticos
  • Criação de metas pequenas e alcançáveis
  • Desenvolvimento de estratégias de enfrentamento e organização

Terapia Comportamental Dialética (DBT)

  • Treino de tolerância ao desconforto
  • Ação efetiva: agir com consciência, mesmo diante da vontade de evitar
  • Validação emocional e prática de autocompaixão

Essas abordagens ajudam a quebrar o ciclo da procrastinação com consciência e leveza, sem autocrítica excessiva.

Psicoterapia: o primeiro passo para retomar o controle

Se você vive dizendo “depois eu faço” e isso já impacta sua rotina, seus objetivos e sua autoestima, talvez seja hora de olhar mais fundo. A procrastinação é um sintoma. A mudança começa por dentro.

Agende uma sessão de psicoterapia e descubra como transformar seus padrões de adiamento com acolhimento, estratégia e técnica.


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Por que mudar hábitos é tão difícil?

Entenda os obstáculos no processo de emagrecimento, e como a psicoterapia pode ajudar.

Emagrecer não é só sobre alimentação e exercícios.
É também — e principalmente — sobre comportamento, autoconceito e regulação emocional.

Muitas pessoas iniciam o processo de emagrecimento com metas claras, mas se sentem presas a antigos padrões e recaídas frequentes.
Se esse é o seu caso, saiba: você não está sozinho(a), e isso não é falta de força de vontade.

O que está por trás da dificuldade em manter novos hábitos?

Do ponto de vista psicológico, criar e manter hábitos exige energia mental, consistência e uma boa dose de autoconhecimento.
E quando o foco está apenas no “resultado físico”, os obstáculos internos são ignorados — o que torna a mudança insustentável a longo prazo.

Alguns dos principais fatores que dificultam a mudança de hábitos no processo de emagrecimento são:

1. Fatores emocionais mal regulados

Comer pode ser uma forma de lidar com:

  • Ansiedade
  • Solidão
  • Tédio
  • Estresse
  • Culpas ou frustrações

Sem perceber, a comida se transforma em uma ferramenta emocional.

2. Expectativas irreais

Muitas pessoas querem mudanças rápidas e se frustram com o tempo natural dos processos comportamentais e corporais.
Isso gera sensação de fracasso precoce e abandono.

3. Padrões de pensamento sabotadores

Frases como:

  • “Já que eu comi errado no almoço, o dia está perdido.”
  • “Se eu não fizer perfeito, não vale.”
  • “Nunca vou conseguir emagrecer mesmo.”

Esses pensamentos automáticos são comuns e muitas vezes aprendidos desde a infância.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) atua diretamente na identificação e reestruturação desses padrões.

4. Falta de autorregulação

Manter hábitos exige tolerar frustrações, lidar com impulsos e desenvolver perseverança emocional — o que pode ser desafiador para quem já está emocionalmente sobrecarregado.

Como a psicoterapia pode ajudar na mudança de hábitos e no emagrecimento?

Terapias baseadas em evidências como a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) e a DBT (Terapia Comportamental Dialética) oferecem ferramentas eficazes para:

  • Identificar gatilhos emocionais que levam à alimentação disfuncional
  • Reestruturar pensamentos autossabotadores
  • Desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis
  • Estabelecer rotinas mais sustentáveis e realistas
  • Trabalhar a autoaceitação no processo, não apenas no resultado

A mudança começa por dentro.
Sem escuta emocional, os novos hábitos não se sustentam.
Sem olhar para o que está por trás da repetição, a mudança vira punição.

Psicoterapia como aliada no seu processo

Se você já tentou emagrecer várias vezes, mas sente que algo sempre te faz voltar ao ponto de partida, talvez seja hora de olhar para a base — não apenas para o comportamento.

A psicoterapia pode ser o ponto de virada que você precisa.
Um espaço seguro, sem julgamentos, onde suas emoções serão compreendidas e suas ações, fortalecidas com consciência.

Agende sua sessão e comece a construir sua mudança de dentro para fora.

Entre em contato para saber mais sobre os atendimentos online.


Valéria Noronha
Psicóloga | CRP
Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Formação em Terapia Comportamental Dialética (DBT) e Perdas e Luto
📍Atendimentos online
@psivalerianoronha


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Com carinho, Psi.

Lá no meu instagram tem conteúdos que podem te ajudar https://www.instagram.com/psicovalerianoronha/

Mais informações https://www.who.int/health-topics/mental-health

Se precisar de ajuda, me chama, procure ajuda!

Psicóloga em Especialista Psicoterapia e Terapia Cognitivo Comportamental. Atende Online e em Porto Alegre/RS

O que é o luto? E por que ele não se resume à morte?

Quando falamos em luto, é comum que a primeira imagem que venha à mente seja a perda de alguém querido. Mas o luto vai muito além disso. Ele é um processo emocional que ocorre diante de qualquer perda significativa: o fim de um relacionamento, a mudança brusca de rotina, a transição de fases da vida ou até mesmo a perda de uma versão idealizada de si mesma.

Sim, o luto também pode surgir quando você não é mais quem costumava ser — ou quem esperava se tornar.

Lutos que ninguém vê, mas que doem profundamente

Muitas pessoas sentem que estão “exagerando” por sofrerem por coisas que, socialmente, não são vistas como perdas legítimas. Mas na psicologia, chamamos isso de lutos não reconhecidos e eles são tão impactantes quanto os lutos visíveis.

Alguns exemplos:

  • Fim de ciclos importantes
  • Mudança de cidade ou carreira
  • Rompimentos afetivos
  • Perda de oportunidades, sonhos ou planos
  • Perda de saúde, vitalidade ou autonomia

Se você sentiu um vazio, uma tristeza persistente ou dificuldade em retomar sua rotina após uma dessas situações, isso também pode ser luto.

O que acontece dentro de nós durante o luto?

O luto é um processo e não um evento. Não tem prazo fixo, nem uma linha reta a ser seguida. Cada pessoa vive de um jeito.

Entretanto, é comum passar por fases como:

  • Negação
  • Raiva
  • Barganha
  • Tristeza profunda
  • Aceitação

Essas fases não seguem uma ordem exata e podem se repetir ou se misturar. Por isso, sentir-se “confuso” ou “fora do normal” é mais comum do que se imagina.

Como a psicoterapia pode ajudar no processo de luto

Lidar com perdas pode ser extremamente solitário, principalmente quando quem está ao redor não compreende a dor vivida. A psicoterapia oferece um espaço seguro para você:

  • Elaborar o que foi perdido
  • Validar seus sentimentos sem julgamento
  • Reconstruir significados
  • Aprender a integrar essa perda na sua história

Terapias como a Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Comportamental Dialética (DBT) ajudam a acolher a dor, dar nome ao que está sendo vivido e construir estratégias para seguir com mais leveza.

Você não precisa atravessar isso sozinha

Se você sente que está vivendo um luto — visível ou não — e precisa de um espaço para ser escutada com empatia e técnica, saiba que a psicoterapia pode ser o início de um novo caminho.

Agende uma sessão e comece a cuidar de você com o acolhimento que merece.

Entre em contato para saber mais sobre os atendimentos online.


Valéria Noronha
Psicóloga | CRP
Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
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